terça-feira, 1 de maio de 2018

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Sobre a Obra completa em CD

Adriano Correia de Oliveira no jornal "Público" de 5 de novembro de 2007, a propósito do lançamento da sua obra completa em CD.

Texto de Liliana Duarte.

"O último disco que fiz com o Adriano, no ano de 1969, foi O Canto e as Armas. Eu era aspirante de Cavalaria em Santarém e o Adriano era alferes, também de Cavalaria, no presídio militar. O disco O Canto e as Armas foi gravado durante duas noites de patrulha da polícia militar do alferes Adriano, com ele fardado e com a pistola, o capacete e a braçadeira poisados em cima do piano e o jipe a passear por Lisboa, com a cumplicidade de certos militares amigos", recorda Rui Pato... "

daqui:

http://guitarradecoimbra.blogspot.pt/2007/11/adriano-correia-de-oliveira-no-jornal.html


De Rui Pato: "Rectificacão para repôr a verdade: a gravação foi feita numa só noite e "As Mãos" foi feita desde o início, para ser cantada à capella."

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

«Se Vossa Excelência...» - 1978

"Temos pena que Vossa Excelência não venha cá mais vezes almoçar pois assim os trabalhadores não teriam que andar todos os dias, de marmita na mão, a comer comida fria na borda das estradas ou entre as pilhas de madeira"

Palavras do delegado sindical Amadeu Alves Ribeiro da Tabopan, ao então Presidente da República, Ramalho Eanes.



sábado, 4 de novembro de 2017

Guimarães - 1970

Fotografia muito pouco conhecida, direi inédita, onde se pode ver José Niza, Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira em palco.

Esta foto é de 1970, de um evento realizado em Guimarães.

Sobre este espetáculo diz José Niza:

«Voltámos a encontrar-nos em 1970 (ele, Zeca e Adriano): eu tinha vindo de férias a Portugal (Niza estava como médico militar em Angola) e o Adriano (...) "agarrou-me" para ir acompanhá-lo a ele, e ao Zeca, num espetáculo em Guimarães.»


Esta foto faz parte do tremendo acervo que o "MC - Mundo da Canção" de Avelino Tavares tem neste "site".

http://mundodacancao.pt/

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

35 anos

Memória de Adriano: faz hoje 35 anos que perdemos uma das vozes mais impiedosamente belas da nossa Música...



De 1970, "Como Hei-de Amar Serenamente" tem poema de Fernando Assis Pacheco, música do próprio Adriano Correia de Oliveira e guitarra e arranjos de Rui Pato.


João Carlos Callixto

Homenagem de Sónia Gomes - 2007