quinta-feira, 20 de abril de 2017

Prémio Pozal Domingues

Em 1969, Adriano Correia de Oliveira é distinguido com o Prémio Pozal Domingues (em alguns lados está Henriques), que à época constituía o maior galardão da chamada música ligeira nacional.

«Para mim, a distinção não foi individual. Considero que representa o reconhecimento de determinados processos de uma tentativa de renovação da música popular actual. Por isso chamei ao palco todos os que colaboraram quer nas músicas quer nas letras que nesse disco [«O Canto e as Armas»] interpreto. A minha intenção seria chamar, se pudesse, todos os que neste momento colaboram na renovação da música portuguesa. O prémio é, para mim, dedicado a todos eles».

Adriano não teria que chamar muitos ao palco. Os poemas são de Manuel Alegre e a viola que o acompanha é a de Rui Pato.

Voz de Rui Mendes na faixa 1 (E De Súbito Um Sino).

O técnico de som foi o Moreno Pinto. A gravação nos Estúdios Polyson (Lisboa) em julho de 1969

A fotografia da capa é de J. F. Bugalho.


Amália Rodrigues também recebe este prémio em 1969, com o disco "Vou Dar de Beber à Dor". Na foto podemos ver Adriano Correia de Oliveira a dirigir-se para a Amália já com a estatueta na mão.



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